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Quem raptou o Meia Lua? - a aventura continua

Sofia Silva continua a divulgação do seu livro. Uma menina de 10 anos que continua a encantar o país com esta aventura felina.

meia luaEm Paris, uma sociedade secreta constituída por gatos reúne-se com o intuito de desvendar os mistérios da Cidade-Luz. No entanto, numa dessas reuniões, um dos elementos do grupo desaparece subitamente.

Segue-se uma série de peripécias, aventuras, correrias e muito mistério em busca do gato perdido e que leva o nosso grupo a locais tão distintos como a Casa-Museu de Monet, em Giverny, o Château de La Madeleine ou até a Disneyland Paris. Pelo caminho, depara-se com alguns dos criminosos mais procurados de Paris e mete-se em problemas que jamais poderia imaginar e dos quais não se sabe se conseguirá escapar.

Aventura com criminosos procurados, humor, rivalidades amorosas e problemas inimagináveis são os temas fortes deste livro apaixonante da primeira à última página.

Esta é a primeira obra da muito jovem autora, que escreveu o livro antes de completar dez anos. A ilustradora aceitou o desafio com dezasseis anos. Esta dupla estreante dará que falar, quer pela ousadia, quer pela juventude e enorme talento.

Para além do Porto Canal, também a SIC e a RTP deram destaque ao brilhante trabalho desta nossa aluna.

À conversa com…

Francisco Moita Flores foi o escritor com quem, alunos e professores, tiveram o privilégio de conversar, no dia 10 de janeiro, quarta-feira de manhã, no auditório das EBS Dr. Ferreira da Silva e da EB Comendador Ângelo Azevedo, para apresentação das suas obras, com destaque para o livro “Mataram o Sidónio!”.

Especialista na área da criminologia, tem escrito obras de grande sucesso quer em livro quer para televisão. A crítica considera-o um dos melhores argumentistas portugueses e algumas das suas séries são marcos de excelência da ficção portuguesa, como foi o caso d’A Ferreirinha.

Feira do Livro

A cargo das Bibliotecas Escolares, de 23 de novembro a 6 de dezembro, decorreu a edição da Feira do Livro 2017 da Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo e da Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva, cujos objetivos se centraram na promoção do livro e da leitura.

Com um programa rico e diversificado que incluiu a visita dos escritores João Manuel Ribeiro e Rui Gomes para os alunos do 3º ciclo e ensino secundário, a animadora Ana Azevedo para os mais novos, a par do ilustrador Sebastião Peixoto, este período foi ainda enriquecido por um conjunto de atividades de inegável interesse pedagógico, como o  Conta-me contos, dinâmica que envolveu as turmas no conto/leitura de histórias pelos alunos e professores e os Voluntários de leitura, com a participação das famílias.

A colaboração da Oficina de Teatro com a dramatização de pequenas histórias, a troupe de malabares que alegrou e cativou todos quantos assistiram e a dinamização de um ateliê de marcadores de livros pelo Projeto Eco Escola, tornaram este um momento particularmente apelativo e envolvente.

O centenário da revolução socialista soviética (1917-2017) e a evolução de uma ideia - a Igualdade

Dando cumprimento ao Plano Anual de Atividades, com a colaboração da Biblioteca Escolar, no âmbito da disciplina de História A, os alunos do 12.º Ano, de Línguas e Humanidades, assinalaram, no Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva, no passado dia 3 de novembro, o Centenário da Revolução Socialista Soviética, com a recriação de um debate entre historiadores “Lenine, um génio ou um impostor!”, seguida de uma reflexão/debate sobre “A evolução de uma ideia - Igualdade”, temática do projeto Parlamento dos Jovens.

Assim, o debate recriado pelos alunos sobre a figura de Lenine deu lugar a um debate ao vivo, entre os alunos, sobre a evolução do conceito de igualdade.

Igualdade ou equidade? É desejável? É possível?

Tomando como ponto de partida a canção Mulheres Atenienses, de Chico Buarque, alguns discentes do 9ºAno e do ensino secundário discutiram ideias em torno daquelas questões, partilharam opiniões, refletiram sobre o papel de género na sociedade e sobre o quanto pode ser sinuosa, escorregadia e mesmo árdua a ideia de igualdade e a sua aplicação nas rotinas individuais e diárias. O debate permitiu identificar óbices e delinear linhas de ação a favor de uma sociedade mais equitativa e justa.

Esta iniciativa só foi possível graças à compreensão e sensibilidade dos docentes que se disponibilizaram a acompanhar os alunos e à dedicação e espírito de colaboração de todos os que, direta ou indiretamente, contribuíram para o sucesso desta iniciativa.

Refira-se ainda a exposição de trabalhos elaborados pelas turmas de 3.º ciclo, na disciplina de História, nas bibliotecas escolares Cândida Reis e Comendador Ângelo Azevedo.  

Ciclo de Cinema

Com a colaboração próxima da Biblioteca Escolar, as turmas do 12º Ano – Línguas e Humanidades, promoveram, nos dias de 11 e 12 de dezembro, na Biblioteca Escolar, um ciclo de cinema Linguagens e Temas do Cinema Português no século XX, relativo ao Estado Novo, na década de 40. Os filmes projetados foram o Aniki-Bobó, de Manoel de Oliveira (1942), e O Pátio das Cantigas, de Adolfo Dias e António Fonseca Galhão (1942). Os alunos do 12º Ano efetuaram o tratamento dos filmes enquanto documentos históricos e convidaram os colegas do 9º Ano a verem os filmes com “outros olhos”, considerando-os instrumentos ao serviço da ideologia do Estado Novo.