Toplita na Roménia, ponto de encontro de Parceiros do projeto Erasmus+ “Working with movies – moving people and their ideas”

 

O segundo dia da mobilidade foi dedicado à análise dos guiões previamente redigidos pelas diversas equipas, seguindo-se a eleição do melhor com vista à realização de um pequeno filme. A escolha recaiu no guião escrito pela equipa romena. Concluída esta tarefa, todo o grupo procedeu a uma análise mais pormenorizada do texto eleito, bem como à escolha dos cenários mais adequados para as gravações e selecção dos “atores” a encarnar as diversas personagens. Não faltou, ainda, um breve workshop sobre algumas técnicas de dicção e representação.

À tarde, enquanto decorriam as gravações da curta metragem, os alunos dos diversos países foram contruindo bandeiras subordinadas ao tema “The ideal of diversity”.

O dia 30 de novembro, foi dedicado a visitas culturais. Durante a manhã realizamos uma longa viagem até ao “Bran Castel” que é monumento nacional e marco histórico da Roménia. Conhecido habitualmente como o "Castelo do Drácula", é promovido como a residência da personagem que dá título ao Drácula de Bram Stoker, obra que conduziu à persistência do mito de que este castelo terá servido, em tempos, de residência ao Príncipe Vlad Tepes, governador da Valáquia. Atualmente, o castelo alberga um museu aberto ao público, exibindo peças de arte e mobiliário colecionados pela Rainha Maria. Os turistas podem ver o interior em visitas livres ou guiadas. Ao fundo da colina situa-se um pequeno parque museu ao ar livre, o qual exibe estruturas camponesas tradicionais da Roménia, como cabanas e celeiros, representando todo o país. Devido à neve que caiu abundantemente nos dias que precederam a visita,  o cenário era deslumbrante.

Na tarde desse mesmo dia visitamos a Igreja Negra, uma catedral situada na cidade de Braşov. Foi construída pela comunidade alemã da cidade e é o principal monumento no estilo gótico do país, assim como um dos maiores e mais importantes locais de culto luterano na região.

 Os restantes dias em Toplita foram dedicados inteiramente com atividades ligadas ao subtópico “refugiados”. Conclui-se a gravação do pequeno filme que procurou retratar a fuga de uma família síria em consequência da guerra no país, desde o momento em que veem a casa bombardeada até a travessia do mediterrâneo num pequeno barco. Uma história de vida dramática que os nossos pequenos atores interpretaram com emoção.

No momento da despedida, foram claros os laços que se criaram entre alunos e docentes dos diversos países. A diversidade também constrói pontes e cria laços.