Contratação de Docentes - Aviso de abertura
Horário n.º 40 (GR_330)
De acordo com o disposto no art.º 39.º do Dec-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio, divulga-se nesta data a oferta de contratação de escola deste Agrupamento de Escolas para o horário n.º 40 do grupo de recrutamento 330.
BiblioAmigos
Voluntários da leitura realizam momentos de leitura em voz alta do livro "A história de Erika", de Ruth Vander Zee.
Decorrendo a atividade "O vento conhece o meu nome" apresentada pelos alunos do 12.º B a todas as turmas do 9.º Ano e do ensino secundário, no dia 28 de janeiro, entrosando o Dia Internacional em Memória das Vítimas do holocausto e o Dia Escolar da Não Violência e da Paz, os BiblioAmigos -Voluntários da leitura (Isa Reis; Mafalda Mil-Homens; Laura Quentinho; Erica Silva) visitaram as salas de aula das turmas do 2.º ciclo e dos 7.º e 8.º anos e promoveram um momento de leitura em voz alta do livro "A história de Erika" de Ruth Vander Zee.
Um momento de partilha que teve como objetivo afirmar a importância da memória. Esquecer a memória é desonrar o passado e trair o futuro.
“No seu caminho para a morte, a minha mãe lançou-me para a vida”
O vento conhece o meu nome
“[…] O meu olhar via a minha mãe a afastar-se e a ser engolida naquela multidão de pais e de crianças de todas as idades, que choravam e se agarravam aos pais. Uma de entre as muitas voluntárias acariciou-me o rosto, o silvo do comboio fez-se ouvir e com ele a minha infância terminou ali. […]
[…] Não consegui ver quase nada, mas ouvi o barulho das correntes e como a mamã e as outras mulheres que estavam na Geleira começavam a gritar e a perguntar porque nos tratavam assim, que éramos pessoas decentes, mães com filhos, não éramos traficantes nem delinquentes, mas não lhes deram ouvidos […]”
Estas foram algumas das palavras do livro “O vento conhece o meu nome”, de Isabel Allende, que foram ditas, pensadas, sentidas e partilhadas pelos alunos do 12.º B, com a colaboração da aluna Maria Antunes, do 12.º A, fruto de uma articulação entre a Biblioteca Escolar e o Plano Nacional das Artes e as AE de História A, de Inglês, Português e de Educação Física.
Uma dramatização que deu vida ao referido livro e que, num mundo, que parece cada vez mais alheio ao sofrimento do Outro, teve como objetivo lembrar e despertar a HUMANIDADE que há em cada um de nós, entrelaçando dois dias especiais, o Dia Internacional em memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro) e o Dia Escolar da Não Violência e da Paz (30 de janeiro). Esta iniciativa foi apresentada, no dia 28 de janeiro, de manhã, à comunidade escolar e, no final da tarde, à comunidade educativa, em particular aos respetivos Encarregados de Educação/Pais.
Palavras vivas em forma de monólogos e de diálogos que, projetadas num palco no qual se iam delineando sombras, chamaram a si a poesia e a música.
Sombras de um passado, de um presente e/ou do futuro? Cabe-nos a nós decidir.
A Paz Está nas Nossas Mãos!
No passado dia 28 de janeiro, as crianças da educação pré-escolar e os alunos do primeiro ciclo da EB Comendador Ângelo Azevedo uniram-se numa iniciativa especial para assinalar o Dia Escolar da Não Violência e da Paz. Inspirados pelo tema “A Paz está nas nossas mãos!”, as crianças deram largas à sua imaginação e criaram um painel coletivo, simbolizando a importância da harmonia e do respeito entre todos.
Ao longo do dia, refletimos sobre a necessidade de promover um ambiente de amizade, tolerância e solidariedade. Através de conversas, histórias e atividades artísticas, percebemos que cada um de nós tem um papel fundamental na construção de um mundo mais pacífico.
Com tintas, recortes e muita criatividade, as nossas mãos transformaram-se em símbolos de união, transmitindo uma mensagem poderosa: a paz começa com pequenos gestos no dia a dia!
Esta atividade ajudou-nos a perceber que, independentemente das nossas diferenças, podemos viver num mundo onde o diálogo e o respeito sejam a base de todas as relações. Porque, afinal, a paz está mesmo nas nossas mãos!
CES vai à Escola - Como se criam os mitos?
O programa CES vai à Escola entrelaçou-se, mais uma vez, com a Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Siva, articulando as Aprendizagens Essenciais de História A com a Estratégia de Educação para a Cidadania. Assim, na Biblioteca Escolar, no dia 24 de janeiro, realizou-se uma palestra designada “Como se criam os mitos? A arte de D. João V, o palácio-convento de Mafra e muitas (fanta)histórias”, com a investigadora do Centro de Ciências Sociais de Coimbra – Giuseppina Raggi.
Esta sessão, destinada aos alunos do 11.º A - Línguas e Humanidades e 11.º B - Artes Virtuais, centrou a atenção no reinado de D. João V, colocando a tónica na análise crítica e atenta das fontes, e veio reforçar a consciência do quanto o conhecimento histórico/científico está sempre em construção, graças ao papel da investigação científica. Deste modo, desconstruíram-se alguns mitos e os alunos foram convidados a ir ao encontro dos sonhos e projetos de D. João V. Projetos estes que passavam pela renovação/modernização da cidade de Lisboa que o rei pretendia que adquirisse o carácter imperial e patriarcal, inspirando-se para tal na grandiosidade do Império Romano (ex.: o Palatino Antigo). Uma grandiosidade que lembra mais a austeridade dos Habsburgos (palácios residenciais de Inverno e de Verão), por influência de sua esposa Maria Anna de Áustria, do que a do Palácio de Versalhes, contrariando o que se costuma afirmar. O Palácio Real de Versalhes do qual também se distancia o Palácio de Mafra, pois trata-se de um palácio convento. Com esta sessão, consolidou-se a ideia de que D. João V procurou sempre a grandiosidade, a exuberância e a ostentação e, portanto, contornou a simplicidade e humildade exigidas pelos frades arrábidos (franciscanos descalços), ao exigir a utilização de materiais ricos, como é o caso do mármore.
Esta palestra foi uma oportunidade para os discentes aprofundarem conhecimentos e aprendizagens e foi um testemunho do quanto é importante estabelecer um constante diálogo entre os centros de investigação, as escolas e as respetivas práticas pedagógicas.
Camões rumo às salas de aula – Ler Camões
23 de janeiro – o dia do nascimento de Camões
No dia 23 de janeiro, o dia que se assume como a data de nascimento de Luís de Camões, os BiblioAmigos - Voluntários de leitura, da Biblioteca Escolar Cândida dos Reis, foram ao encontro de Camões, recorrendo a alguns adereços e colocando nas suas mãos a edição especial da grandiosa obra "Os Lusíadas", edição, preparada por Valter Hugo Mãe, para assinalar o V Centenário de Camões.
Os alunos Duarte Silva e Pedro Silva, do 9.º Ano, e Diogo Gomes, do 11.º A e Túlio Filho, do 12.º TEAC, assumindo o papel de Camões e a sua paixão pela poesia, foram rumo às salas de aula, visitando todas as turmas do 3.º ciclo e do ensino secundário da Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva. Os alunos recitaram o poema "O dia em que eu nasci moura e pereça", de Luís de Camões, que serviu de ponto de partida a todos os estudos literários, matemáticos, físicos e astronómicos, desenvolvidos pela Universidade de Coimbra. Um dia, no qual se terá verificado um eclipse solar e que terá atraído um destino de desgraça, uma vida miserável, que terá coincidido com o dia de Saturno.
Vamos semear a paz na nossa Escola
A atividade, do Dia Escolar da não Violência e da Paz, com o tema "Vamos semear a paz na nossa Escola" foi muito especial! Além de plantarem a planta da paz, o Lírio-da-paz, as crianças participaram ativamente decorando e partilhando a sua palavra de paz. Cada uma delas escreveu e personalizou um pequeno folheto, destacando uma palavra que simbolizasse a não violência e a paz. Essa ação ajudou a criar um ambiente de reflexão e união em torno do tema.
Parlamento dos Jovens - Sessão Escolar - Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo
.No passado dia 21 de janeiro, a Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo realizou a sua Sessão Escolar, no âmbito do programa Parlamento dos Jovens. Neste evento participaram os 23 deputados do 9.º ano, eleitos no passado dia 17 de janeiro.
A Sessão Escolar teve como principais objetivos a aprovação do Projeto de Recomendação da escola e a eleição dos deputados que defenderão as propostas na fase distrital/regional. Este processo é fundamental para promover a participação cívica e política dos jovens, incentivando-os a debater temas de relevância nacional e a compreender o funcionamento do sistema parlamentar português.
De acordo com o calendário oficial do programa, a 1.ª fase, que inclui as inscrições das escolas, debates e eleições para a Sessão Escolar, decorre de 2 de setembro de 2024 a 31 de janeiro de 2025.
As Sessões Distritais e Regionais estão agendadas para o período entre 24 de fevereiro e 1 de abril de 2025, culminando na Sessão Nacional na Assembleia da República, prevista para os dias 12 e 13 de maio de 2025.
Os deputados eleitos na sessão escolar, no dia 21 de janeiro de 2025, foram: - Deputados efetivos – Rodrigo Cruz Teixeira, da turma A do 9.º ano e Maria Inês Alves Almeida, da turma C do 9.º ano; como deputado Suplente foi eleito – Guilherme Simões Moreira, da turma B do 9.º ano.
Na mesma sessão escolar foi eleito o candidato à mesa da Sessão Distrital – Rodrigo dos Santos Oliveira, da turma C do 9.º ano.
O tema proposto pelo conjunto dos 23 deputados eleitos na sessão escolar para o próximo ano é sobre o “Desporto escolar”.
A participação ativa dos alunos da Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo demonstra o compromisso da instituição em fomentar a educação para a cidadania, preparando os jovens para uma intervenção consciente e informada na sociedade.