Notícias

Ida ao teatro

No âmbito da disciplina de Português, e integrado no estudo da obra “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, no dia doze de dezembro, os alunos do 11.º Ano, turmas A e B, juntamente com os da turma do Ensino Profissional, deslocaram-se a Avintes para assisitir a esta peça de teatro, interpretada pela companhia de teatro Etcetera.
Os alunos revelaram muito interesse, tendo estado atentos e consideraram que foi um momento bastante enriquecedor, uma vez que será uma forma não só de poderem assistir à dramatização do texto que estão a analisar nas aulas, como também será uma forte ajuda na realização dos trabalhos que se encontram a realizar sobre esta obra.

tea 4

Encontro com o Escritor… Júlio Borges

Um dia especial para os alunos do 2.º ciclo do Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva que receberam Júlio Borges, escritor que, entre outros livros, escreveu “D. Afonso Henriques. Do sonho ao nascimento de uma nação”, com ilustrações de Nuno Alexandre Vieira, e publicado pela editora OPERA OMNIA.
Desenganou-se quem esperava uma aula de história de Portugal, pois a sessão decorreu num tom coloquial, na qual os alunos foram os verdadeiros protagonistas da atividade. A palestra pautou-se por uma constante interação com o escritor através das numerosas questões colocadas pela plateia.
O centro das atenções, mais do que o livro em destaque, foi a arte da escrita. Com Júlio Borges, os alunos mergulharam no fascinante mundo do processo criativo, satisfazendo a enorme curiosidade dos discentes em relação ao nascimento de uma história na mente de um escritor, a sua redação e publicação.
Os alunos foram guiados através dos bastidores do trabalho de um escritor, compreendendo que a escrita vai muito além da imaginação, pois exige também uma meticulosa procura de informações. Deste modo, relevou-se a importância da pesquisa documental, fundamental quando se redige uma história baseada em factos reais.
Antes de finalizar, o nosso escritor convidado teve a amabilidade de autografar os livros adquiridos pelos nossos alunos.
Com esta atividade, os alunos foram mais uma vez convidados a aproveitar a sua curiosidade e a explorar as maravilhas da escrita e da leitura.

Júlio Borges

CES vai à escola

História da escravatura no mundo português e seus reflexos no racismo em Portugal

Terá sido Portugal pioneiro na abolição da escravatura? Afinal, o alvará régio de 1761 e a Lei do ventre livre, durante o governo de Marquês de Pombal não acabou com a escravatura? Qual a distinção entre escravatura e trabalho forçado? Quando é que se proibiu o trabalho forçado? Há boa e má colonização? Qual a relação dos mitos do Império e o mito da Nação portuguesa? Portugal não é um país racista? Será que não continua a existir uma discriminação e/ou segregação silenciosa? Qual a relação da morte de George Floyd, nos EUA, com a vandalização da estátua do Padre António Vieira, instalada no Largo Trindade Coelho, em Lisboa? Porque é que não existe em Portugal um Museu ou uma Estátua alusiva à Escravatura? Porque é que na Assembleia da República não encontrámos deputados de origem africana? A nossa sociedade funciona de igual para igual?

Muitas foram, de facto, as questões levantadas e discutidas na segunda sessão do CES vai à Escola – História da escravatura no mundo português e seus reflexos no racismo em Portugal –, orientada pela doutora e investigadora Giuseppina Raggi, no dia 7 de dezembro, com os alunos do 11.º B, no espaço de aula de História A, no âmbito da unidade temática: Portugal – dificuldades e crescimento económico: A política económica e social pombalina.

Um momento de encontro, on-line, entre alunos e investigadores do Centro de Estudos Sociais de Coimbra, na Biblioteca Escolar Cândida dos Reis. Uma forma de relacionar o passado, presente e futuro e de alertar consciências e de refletir sobre a Dignidade Humana, em sintonia com o Dia Internacional da Abolição da Escravatura (2 de dezembro) e o Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro).

Turma 11ºB

Comemoração da Restauração da Independência de Portugal

Na Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva, na manhã do dia trinta de novembro, foi celebrada a Restauração da Independência de Portugal, que ocorreu no dia 1 de dezembro de 1640. Esta iniciativa realizou-se no âmbito da Estratégia de Educação para a Cidadania, com a colaboração dos professores José António Albuquerque, Miguel Cardoso e Paulo Monteiro, professores, respetivamente de Português, Educação Visual e Matemática, dos oitavos anos, e duma articulação vertical, na disciplina de História. Assim, os alunos do 11.º B visitaram as referidas turmas do 8.º Ano e apresentaram uma breve dramatização alusiva ao referido evento, que constituiu um marco na história de Portugal, já que colocou um fim a 60 anos de domínio espanhol, restaurando-se a independência de Portugal com a dinastia de Bragança. Esta iniciativa será, depois, contextualizada e debatida nas aulas de História. Assim, as turmas tiveram a oportunidade de se encontrarem e de concretizar uma verdadeira partilha de aprendizagens.
Parabéns aos alunos pelo seu empenho!

independencia 2

Programa EDA (Escolas à Descoberta de abril)

No âmbito do Programa EDA (Escolas à Descoberta de abril), promovido pelo Conselho Nacional da Educação, no total das 50 escolas participantes, o Agrupamento de Escolas Prof. Doutor Ferreira da Silva foi um dos quatro convidados a participar no Ciclo de Encontros na região Norte – Escolas à Descoberta de Abril, que se realizou na Escola Secundária João Gonçalves Zarco (Matosinhos), no dia 21 de novembro, pelas 14:00h. Este encontro teve como objetivos partilhar e a dar testemunho do trabalho desenvolvido no ano letivo transato.

eda web
Neste enquadramento, os alunos de 10.º Ano, de História A e de História e Cultura e das Artes (alunos que participaram no EDA no ano letivo anterior, no seu 9º Ano), foram convidados a estarem presentes e a participar neste evento. Depois das partilhas do Agrupamento de Escolas de Emídio Garcia, Bragança – O 25 de abril de 1974 no Nordeste Transmontano -, do Agrupamento de Escolas de Bento da Cruz, Montalegre - Emigração Clandestina - Histórias de um vida - , da Escola Secundária de Felgueiras - Livraria Melo - Uma história de resistência -, foi a vez do nosso Agrupamento partilhar o seu projeto Conta-me como foi. A apresentação dos nossos jovens foi excelente e toda a audiência os acarinhou, não somente pela consistência do trabalho desenvolvido, mas também pela sua entrega e empenho absoluto nas suas intervenções in loco, de tal maneira que acabaram por demonstrar o papel relevante que as Ciências Sociais e Humanas e as Artes devem ter na resolução dos problemas globais. Uma ideia que foi sublinhada por Manuel Sobrinho Simões na sua Conferência Avanços e limitações dos desenvolvimentos da ciência em Portugal: a visão de um médico patologista. Uma visão que defende a necessidade de termos mais pessoas com formação nas Ciências Sociais e Humanas e nas Artes porque são estas áreas, e não tanto as ciências físicas, “nuas e cruas”, que poderão contribuir para uma verdadeira alteração de comportamentos na Humanidade, que passam, como defendeu David Rodrigues, pela Inclusão, pela Equidade, por respeitar e empoderar TODOS pelas suas diferenças, sem discriminações, em particular quando essas diferenças não foram escolhidas pelos respetivos indivíduos, apenas lhes “caíram no colo”.

Ler mais: Programa EDA (Escolas à Descoberta de abril)

Escola Saudavel original 3nivel