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Voluntários da leitura realizam momentos de leitura em voz alta do livro "A história de Erika", de Ruth Vander Zee.

ErikaDecorrendo a atividade "O vento conhece o meu nome" apresentada pelos alunos do 12.º B a todas as turmas do 9.º Ano e do ensino secundário, no dia 28 de janeiro, entrosando o Dia Internacional em Memória das Vítimas do holocausto e o Dia Escolar da Não Violência e da Paz, os BiblioAmigos -Voluntários da leitura (Isa Reis; Mafalda Mil-Homens; Laura Quentinho; Erica Silva) visitaram as salas de aula das turmas do 2.º ciclo e dos 7.º e 8.º anos e promoveram um momento de leitura em voz alta do livro "A história de Erika" de Ruth Vander Zee. 

Um momento de partilha que teve como objetivo afirmar a importância da memória. Esquecer a memória é desonrar o passado e trair o futuro.

“No seu caminho para a morte, a minha mãe lançou-me para a vida”

CES vai à Escola - Como se criam os mitos?

mitos

O programa CES vai à Escola entrelaçou-se, mais uma vez, com a Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Siva, articulando as Aprendizagens Essenciais de História A com a Estratégia de Educação para a Cidadania. Assim, na Biblioteca Escolar, no dia 24 de janeiro, realizou-se uma palestra designada “Como se criam os mitos? A arte de D. João V, o palácio-convento de Mafra e muitas (fanta)histórias”, com a investigadora do Centro de Ciências Sociais de Coimbra – Giuseppina Raggi.
Esta sessão, destinada aos alunos do 11.º A - Línguas e Humanidades e 11.º B - Artes Virtuais, centrou a atenção no reinado de D. João V, colocando a tónica na análise crítica e atenta das fontes, e veio reforçar a consciência do quanto o conhecimento histórico/científico está sempre em construção, graças ao papel da investigação científica. Deste modo, desconstruíram-se alguns mitos e os alunos foram convidados a ir ao encontro dos sonhos e projetos de D. João V. Projetos estes que passavam pela renovação/modernização da cidade de Lisboa que o rei pretendia que adquirisse o carácter imperial e patriarcal, inspirando-se para tal na grandiosidade do Império Romano (ex.: o Palatino Antigo). Uma grandiosidade que lembra mais a austeridade dos Habsburgos (palácios residenciais de Inverno e de Verão), por influência de sua esposa Maria Anna de Áustria, do que a do Palácio de Versalhes, contrariando o que se costuma afirmar. O Palácio Real de Versalhes do qual também se distancia o Palácio de Mafra, pois trata-se de um palácio convento. Com esta sessão, consolidou-se a ideia de que D. João V procurou sempre a grandiosidade, a exuberância e a ostentação e, portanto, contornou a simplicidade e humildade exigidas pelos frades arrábidos (franciscanos descalços), ao exigir a utilização de materiais ricos, como é o caso do mármore.
Esta palestra foi uma oportunidade para os discentes aprofundarem conhecimentos e aprendizagens e foi um testemunho do quanto é importante estabelecer um constante diálogo entre os centros de investigação, as escolas e as respetivas práticas pedagógicas.

O vento conhece o meu nome

“[…] O meu olhar via a minha mãe a afastar-se e a ser engolida naquela multidão de pais e de crianças de todas as idades, que choravam e se agarravam aos pais. Uma de entre as muitas voluntárias acariciou-me o rosto, o silvo do comboio fez-se ouvir e com ele a minha infância terminou ali. […]

[…] Não consegui ver quase nada, mas ouvi o barulho das correntes e como a mamã e as outras mulheres que estavam na Geleira começavam a gritar e a perguntar porque nos tratavam assim, que éramos pessoas decentes, mães com filhos, não éramos traficantes nem delinquentes, mas não lhes deram ouvidos […]”

Estas foram algumas das palavras do livro “O vento conhece o meu nome”, de Isabel Allende, que foram ditas, pensadas, sentidas e partilhadas pelos alunos do 12.º B, com a colaboração da aluna Maria Antunes, do 12.º A, fruto de uma articulação entre a Biblioteca Escolar e o Plano Nacional das Artes e as AE de História A, de Inglês, Português e de Educação Física.

Uma dramatização que deu vida ao referido livro e que, num mundo, que parece cada vez mais alheio ao sofrimento do Outro, teve como objetivo lembrar e despertar a HUMANIDADE que há em cada um de nós, entrelaçando dois dias especiais, o Dia Internacional em memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro) e o Dia Escolar da Não Violência e da Paz (30 de janeiro). Esta iniciativa foi apresentada, no dia 28 de janeiro, de manhã, à comunidade escolar e, no final da tarde, à comunidade educativa, em particular aos respetivos Encarregados de Educação/Pais.

Palavras vivas em forma de monólogos e de diálogos que, projetadas num palco no qual se iam delineando sombras, chamaram a si a poesia e a música.

Sombras de um passado, de um presente e/ou do futuro? Cabe-nos a nós decidir.

A Paz Está nas Nossas Mãos!

No passado dia 28 de janeiro, as crianças da educação pré-escolar e os alunos do primeiro ciclo da EB Comendador Ângelo Azevedo uniram-se numa iniciativa especial para assinalar o Dia Escolar da Não Violência e da Paz. Inspirados pelo tema “A Paz está nas nossas mãos!”, as crianças deram largas à sua imaginação e criaram um painel coletivo, simbolizando a importância da harmonia e do respeito entre todos.

Ao longo do dia, refletimos sobre a necessidade de promover um ambiente de amizade, tolerância e solidariedade. Através de conversas, histórias e atividades artísticas, percebemos que cada um de nós tem um papel fundamental na construção de um mundo mais pacífico.

Com tintas, recortes e muita criatividade, as nossas mãos transformaram-se em símbolos de união, transmitindo uma mensagem poderosa: a paz começa com pequenos gestos no dia a dia!

Esta atividade ajudou-nos a perceber que, independentemente das nossas diferenças, podemos viver num mundo onde o diálogo e o respeito sejam a base de todas as relações. Porque, afinal, a paz está mesmo nas nossas mãos!

Vamos semear a paz na nossa Escola

A atividade, do Dia Escolar da não Violência e da Paz, com o tema "Vamos semear a paz na nossa Escola" foi muito especial! Além de plantarem a planta da paz, o Lírio-da-paz, as crianças participaram ativamente decorando e partilhando a sua palavra de paz. Cada uma delas escreveu e personalizou um pequeno folheto, destacando uma palavra que simbolizasse a não violência e a paz. Essa ação ajudou a criar um ambiente de reflexão e união em torno do tema.

Paz LF

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